Quando falamos de Jorge Luis Borges, encontramos logo certa dificuldade em
seguir com a leitura, porque uma de suas características foram os simbolismos que levavam o leitor a se encontrar dentro de um enorme labirinto. Em O Aleph, publicado pela editora Companhia das Letras, não seria diferente. O livro foi originalmente lançado no ano de 1949, mas ainda hoje intriga os leitores.
A literatura torna autores e as suas ideias imortais, não importando quando ou com qual objetivo tenham escrito. Em O Aleph, Borges tece as suas reflexões sobre imortalidade, tempo, eternidade e as condições humanas em diversos labirintos construindo uma escrita livre, superior e atemporal.
L&PM trouxe para quem gosta de Jack Kerouac. 64 páginas de boas histórias a um preço bem acessível. Na página cinco, tem o que eu considero uma das coisas mais legais desse livro: uma apresentação de Kerouac por ele mesmo, que dá a sensação de estar conversando com um antigo amigo e, em seguida, contará uma boa história das suas férias.




